Disponíveis na Doce Leitura
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
PATRÍCIA
Pensamentos maravilhosos,
incríveis.
Sua cabeça estava tão repleta
que ela precisava encontrar alguém
com quem pudesse compartilhar seus pensamentos.
Ela ofereceu alguns a sua mãe.
- Ah, muito bem, querida, disse sua mãe,
parecendo não ter ouvido nenhuma palavra do que Patrícia dissera.
Então, ela foi até seu pai.
- Agora não, Patrícia. Estou ocupado!
Mas ele não parecia nada ocupado...
Seu avô estava dormindo,
e sua avó apenas disse:
- Que menina bonitinha! Quem é a minha flor?
Patrícia ficou tão aborrecida
que decidiu que só havia uma coisa a fazer.
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O que será que Patrícia fez para chamar atenção de sua família e fazer com que todos percebessem que havia algo muito importante para dizer?
Descubra nesta encantadora história "PATRÍCIA" escrita por Stephen Michael King
Editora Brinque-Book
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
UMA HISTÓRIA GIGANTESCA
Diz que um dia o gigante que dormia com um olho só, o gigante que fingia não ter dó nem piedade, enfadou-se da maldade, bocejou, espreguiçou e exigiu:
QUERO NOVIDADE!!
Na terra da Magia foi um valha-me-Deus:
novidade, o que seria para alguém de tal tamanho?
- Uma pulga fanhosa?
- Uma rosa cor de cravo?
- Uma espinha no nariz?
NOVIDADE, NOVIDADE!!!
exclama o ogro.
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E agora quem vai adivinhar qual é a novidade que o ogro gigante quer???
Leia o livro UMA HISTÓRIA GIGANTESCA de Angela Leite de Souza e ilustrações de Fábio Sgroi, editora Salesiana
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DISPONÍVEL NA LIVRARIA!!!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
A Coleção Crianças Famosas conta como foi a infância de grandes personalidades da música, das artes e literatura universal.
Nestes livros o jovem leitor encontrará trechos de vidas simples, dos quais, um dia, se tornariam eternos artistas e escritores.
..."Cecília ainda não sabia ler. Mas gostava de pegar os livros bem velhos que ficavam na estante da avó e olhar.
Ela via, bem atenta, as figuras e imaginava que de dentro dos livros saia uma voz que ia contando histórias."...
(trecho do livro Crianças Famosas: Cecília Meireles de Carla Caruso e Angela Bonito, editora Callis)
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DISPONÍVEL NA LIVRARIA!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Hora da Leitura
Ranina era uma rãzinha que queria ser uma rãinha muito simpática.
Uma rã menina que gostava de saltar de cá pra lá de lá pra cá...
Ranina foi ficando mocinha depressa, muito bela: gordinha , de barriga-verde, de testa amarela.
Ranina, assim que crescia, ficava vidosa: quando se olhava no espelho das águas, se achava bonita, e pensava em ser rãinha, ou modelo, quem sabe?
(Mas estava com uns quilinhos a mais! Alguém lhe dissera? Ou foi o que deduziu por si mesma?)
A vida até então, havia sido só diversão: catar insetos, brincar, saltar e mergulhar no brejo.
De repente, Ranina passou a andar diferente:
em vez de saltar, desfilava, rebolando, rebolando, como se estivesse numa passarela.
E sem que ninguém percebesse, ela se impôs severa dieta:
comia cada dia menos, menos, até que veio a inapetência completa.
Mamãe Rã notava a filha emagrecendo, mas não sabia de nada.
Um dia, Ranina amanheceu indisposta:
não queria correr,
não queria pular,
não queria comer,
não queria cantar...
A mãe Rã agora ficou preocupada: Sua garota estava doente? Andava amolada?
Com o passar dos dias, a rãzinha ficava cada vez mais triste, cada vez mais apática.
e raquítica!
Onde andava a energia da rãzinha acrobática?
Onde ficou a alegria da rãzinha simpática?
E a rãzinha ficou rãzinza, ficou franzinha, pois não comia, não queria saber de nada. e foi ficando feia e magra.
Mamãe Rã ouvia outras rãs, suas amigas, colegas, que logo opinavam: aquilo era coisa da idade, talvez excesso de vaidade, pois está na moda as mocinhas serem magras.
Como Ranina ia de mal a pior, mamãe Rã, consultou o sapo doutor, que assim diagnosticou:
- Isso que deu nela é uma feia mania de achar que para ser bela precisa ser magrela. Ou a menina volta a comer, ou logo vai morrer!
O sapo doutor conversou com Ranina, contou-lhe histórias de fadas (inclusive a de um príncipe que virou sapo pra se casar com uma linda rã, que aliás não era magrinha).
Contou-lhe também fábulas, em que os personagens eram seres humanos: que viviam num mundo estranho, onde uns morriam de fome, por não terem o que comer, outros comiam demais, morriam de tanto comer.
E havia aquelas - algumas belas moças- que deixavam de comer para ficar na moda e aí adoeciam, ficavam tristes: umas chegavam até morrer.
Depois ele falou de uma beleza que está dentro da gente, que vem da alma, da alegria de viver, uma beleza sutil, que transborda no olhar, mas que não se gaba e nem se envaidece, que não acaba e nem envelhece.
Assim, aos poucos, ela foi ficando animada e, mesmo com a cara de doentinha mimada, foi capaz de um sorriso.
E o doutor receitou-lhe algumas delícias para o paladar e para a vida.
E, por fim, disse a Ranina, com carinho, mas também com firmeza, que, pelo menos no mundo das rãs, magreza não é sinônimo de beleza.
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O que você achou dessa histórinha, deixe seu comentário!
A Rãzinha que queria ser Rãinha. de Wilson Pereira e Cecília Rébora. Editora Callis.
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DISPONÍVEL NA LIVRARIA!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
AUTOR ITAJAIENSE
..."J.P. Maresena conseguiu, com esta obra, unir o útil ao lúdico, a arte ao conhecimento, a poesia a brincadeira. E é assim que se deve construir o mundo da criança, levando-o a perceber que a leitura, o aprendizado, o aperfeiçoamento, é uma grande brincadeira.
É por isso que avalizo e recomendo a presente obra..."
(Adilson Amaral - Jornalista e escritor - Membro da Academia Itajaiense de Letras)
terça-feira, 24 de agosto de 2010
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