sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O MENINO AZUL


O menino quer um burrinho para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores
- de tudo o que aparecer
O menino quer um burrinho
que saiba inventar
histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como sem jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever para a Rua das Portas, ao menino Azul que não sabe ler)
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E você, conhece algum burrinho deste que o menino azul está procurando, então deixe seu recadinho....
O Menino Azul de Cecília Meireles e Lúcia Hiratsuka. Editora Global
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DISPONÍVEL NA LIVRARIA!

ESPAÇO DA LEITURA
























quarta-feira, 11 de agosto de 2010

VIOLETA EM REVOADA

Num belo dia de primavera chega à casa de Violeta encomenda especial: um cãozinho filhote!
Violeta cuida, faz carinho, esquenta o cachorrinho.
Seu Mauro, o pai da menina, é asmático; dona Frida, completamente alérgica:
-Atchim! Atchim! Tosse-tosse!
E entres suspiros e espirros o cachorro tem que partir.
Em seu lugar, um bassezinho de plástico!
Quando chega o verão, a gata persa da vizinha dá à luz enorme ninhada.
E, num cestinho, lá vem Novelo enlaçado.
É entre lenços e fungadas mil que seu Mauro e dona Frida, de cama e de olhos inchados, atchim! atchim! tosse-tosse!, dão adeus a Novelinho.
Em seu lugar, um bichano de bigodes emborrachados.
Violeta, então, tenta uma tartaruga. E tudo vai bem com Tânia, verdinha e aquática, que chega no outono, entre conchas, pedras e algas marinhas.
Mas um vento forte e uma concha desequilibrada partem o casco de Tânia e o coração de Violeta.
Antes que surja uma tataruga de pano, dessas que prendem porta em dia de ventania, Violeta, engasgada, prende as lágrimas e implora:
- Peixinhos! Quero peixinhos coloridos!
Em um redondíssimo aquário, nadando em círculos, mergulhando em tocas, comendo exatíssimas porções de ração com absoluta moderação, pois todo mundo sabe que peixe morre pela boca.
Até que num dia de inverno inverníssimo os peixes bóiam, congelados, na superfície da água fria.
Desiludida, entre lágrimas já por demais contidas. Violeta não encontra bicho vivo em casa, nem mesmo uma mosquinha beijadora de pudim ou um mosquitinho beliscador de pernoca de criança...
Violeta odeia frio, odeia asma, e alergia, e apartamento pequeno, sem playground ou quintal. Trancada em casa, trancada por dentro de cara amarrada, Violeta amarga.
Mas, ao primeiro botão de flor...

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O que será que acontece com Violeta? o que será que ela descobre? Para saber só tem um jeito: Leia a continuação dessa história lindíssima escrita por Liana Leão e Nilton Bueno, editora Salesiana. VIOLETA EM REVOADA.
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DISPONÍVEL NA LIVRARIA!

O PINTO PELADO NO REINO DOS TRAVA-LÍNGUAS



Esta é a história de um frango chamado Domingos Pinto Colchão. O apelido dele é Pinto Pelado.

Dizem que o bicho é realmente muito traquinas. Uma das coisas que adora fazer, pra se ter uma ideia, é derrubar panelas pra assustar as inocentes e indefesas donas de casa...

Certa vez, quem tomou um susto foi ele. Não se sabe como e nem quando o frango sumiu. O povo logo inventou que ele tinha tomado chá-de-sumiço. No entanto, uns poucos gatos-pingados, como eu, resolveram procurá-lo, sei lá por quê, no Reino dos Trava-Línguas...


Lá cada um dizia o que bem achava sobre o paradeiro do frango:

- Vi, sim. Ele pulou da panela para o penico - falava um.

- De lá, ele viu o sapo dentro do saco, o saco com o sapo dentro. O sapo batia papo e o papo soltava vento - comentava outro.

Eu mesmo acho que ele ficou impressionado quando um homem perguntou ao Pardal:

- Pardal pardo, por que palras?

Mais impressionado, ainda, ficou o frango quando o Pardal respondeu:

- Palro e palrarei porque sou o Pardal pardo palrador de El-Rei!


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Travou a língua, ainda não?! Então continue lendo o livro: O PINTO PELADO NO REINO DOS TRAVA-LÍNGUAS de Paulo Netho e Claudio Martins, Editora Formato e tente achar o Pinto Pelado neste reino maluco, mas sem enrolar a língua.
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DISPONÍVEL NA LIVRARIA!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

HORA DA HISTÓRIA

Perdi minha mãe!

Sossegue, macaquinho, não chore - disse a borboleta.
- Vamos procurá-la agora.
De que tamanho ela é? Assim do meu?
-Não! - o macaquinho exclamou. - É bem maior do que eu.
-Maior do que você? Então, já sei onde encontrá-la.
Venha, macaquinho, venha comigo, vamos achá-la...

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Será que a borboleta consegue ajudar o macaquinho a encontrar sua mãe?
Leia o livro MACACO DANADO de Julia Donaldson e Axel Scheffter. Editora Brinque-Book e descubra o final dessa história.

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DISPONÍVEL NA LIVRARIA!!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Poemas para brincar


Convite
Poesia
é brincar com palavras
como se brinca com bola, papagaio, pião
Só que
bola, papagaio, pião
de tanto brincar
se gastam
As palavras não:
Quanto mais se brinca
com elas
mais novas ficam
Como a água do rio
que é água sempre nova
Como cada dia é sempre um novo dia
Vamos brincar de poesia?
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Venha você também entrar neste universo das palavras, no livro: POEMAS PARA BRINCAR de José Paulo Paes e ilustrações de Luiz Maia. Editora Ática.
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DISPONÍVEL NA LIVRARIA!!

http://entretextokids.blogspot.com/

VAMOS MULTIPLICAR ESTA IDEIA, FAZER MODA, ESPALHAR DIVERSÃO COM INFORMAÇÃO...